Marcelo Leiva
Sou o que sou
O se aceitar como alguém é sem pensar no porquê das coisas, senão o viver a vida o melhor possível, nos faz tudo mas fácil

Marcelo Leiva, ex-diretor de Afirmação Santiago (Chile)
Setembro de 2007

Quantas vezes escutaste a pergunta: “És gay, nasceu ou se faz?”. E muitas vezes escuto entre aqueles que querem procurar uma justificação, uma cura ou algum motivo para dizer que isto não é imoral, ou não sadio.

A questão é: que importa se nasceu ou se fez? A coisa é que a pessoa é gay; já seja por sua livre decisão ou seja “opção sexual” como alguns o chamam; outros pelas coisas da vida ou bem chamado "condição"; e outros o que são não mais bem chamado "orientação".

Em realidade dá o mesmo a história, a cada uma destas é importante e pessoal, é por isso que merecem respeito.

Mas falemos dos direitos, se nos enfocamos nisto, dá o mesmo se nasce, se faz, se desfaz, ou seja se é gay, bi, lésbica, hétero, curioso que importa? O que realmente é importante é que é uma pessoa que sente, pensa, trabalha, etc. Isto é merecem todo meu respeito e o de todos. Bem, essa é a coisa: dá o mesmo se nasceu, é, fez-se , transformou-se, o mais importante é que é.

O aceitar-se como alguém é sem pensar no porquê das coisas, senão o viver a vida o melhor possível nos faz todo mais fácil, assim que está em tuas mãos se te vais preocupar por se nasceste ou te fizeste, ou se simplesmente vais viver. Nisto tu escolhes.
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